Por que nós nos preocupamos?

A Preocupação ajuda ou atrapalha? Roseli Lage de Oliveira A preocupação é uma emoção natural que os seres humanos possuem. Ela pode ser muito positiva em alguns momentos, mas pode também se tornar um problema. Vamos então entender o significado desta palavra, conforme o dicionário Michaelis: • Ato ou efeito de preocupar-se • Estado em que um indivíduo se encontra absorto por uma ideia fixa, um pensamento dominante • Inquietação resultante desta ideia • Ideia preconcebida, opinião desfavorável que se expressa antecipadamente. Ao observarmos estes significados para a preocupação, quero ressaltar alguns aspectos importantes, como o fato de ser uma ideia fixa, ou seja, algo que pensamos a respeito de alguém ou de alguma coisa e que permanece em nossa mente. Além disso, pode resultar em inquietação. A preocupação nada mais é do que uma emoção resultante de ideias preconcebidas, o que não implica que estes sejam reais ou mesmo prováveis. Por exemplo, quando alguém possui um teste para se habilitar a dirigir, a pessoa pode preocupar-se em errar no momento da prova, achar que se não conseguir as pessoas irão satiriza-lo, ou mesmo pode ficar tão preocupado que isto desencadeie uma ansiedade excessiva que dificulte em seu desempenho e o leve à reprovação. Neste contexto, talvez a pessoa esteja se antecipando a um resultado negativo, que não necessariamente irá ocorrer. A preocupação é importante e necessária para a nossa sobrevivência, pois ela nos possibilita antecipar situações que necessitem que nos preparemos a elas. Quando uma pessoa vai para uma entrevista de emprego, se ela ficar preocupada em conseguir a vaga, pode se antecipar conhecendo o perfil da empresa, principais clientes, ramo de negócios, entre outros. Estas informações poderão ser muito úteis no momento da entrevista, pois demonstram ao selecionador seu interesse pela empresa e cuidado por obter informações a respeito do local onde pretende atuar. Por outro lado, se esta preocupação vier em nível excessivo, se estes pensamentos começarem a lhe transtornar ou mesmo lhe deixar muito ansioso, pode atrapalhar no momento da entrevista. O que estou buscando ressaltar aqui é a importância de identificarmos se a preocupação é real, e em caso positivo, observar se a sua intensidade é proporcional ou não a situação. Verifique também se as ideias fixas que a acompanha são exclusivamente negativas, catastróficas ou mesmo sem evidências reais. Caso ela esteja em nível excessivo, lhe causando sofrimento, ansiedade, tristeza, desânimo ou mesmo ocupando a maior parte do seu tempo, este é o momento de parar, respirar fundo e aprender a lidar com a sua preocupação, ou melhor, pré-ocupação. Algumas orientações importantes para lidar com esta preocupação excessiva: • Pare, respire devagar e profundamente, permita que o ar entre em seus pulmões, desça até o seu abdômen, solte o ar bem devagar. Repita isto algumas vezes, até você conseguir se sentir um pouco mais calmo e relaxado. A respiração profunda pode ajudar a oxigenar seu cérebro e lhe ajudar a pensar melhor; • Agora, procure descrever em uma ou duas linhas o seu problema, ou motivo da sua preocupação; • Após ter claro o seu problema real, liste todas as suas preocupações, todos os pensamentos, ideias fixas e/ou recorrentes que o estão pré-ocupando; • Com esta lista em mãos, avalie cada um destes pensamentos e veja as evidências reais destes, por exemplo, acho que não conseguirei passar na prova ou na entrevista de emprego. Avalie as evidências reais de que você não conseguirá, como por exemplo, você não fez as aulas necessárias pela autoescola, ou você está procurando uma vaga na área financeira, mas sua experiência e formação é em marketing? Se não houver evidências reais de que estas preocupações são verdadeiras, procure questioná-las diariamente, até que estas ideias fixas vão se tornando cada vez mais leves e menos catastróficas; • Outra coisa que pode lhe auxiliar é você avaliar, diretamente, se estas preocupações te ajudam ou te atrapalham. Pensar desta maneira, que você não irá conseguir, que não dará certo, te ajuda a solucionar o problema ou alcançar seu objetivo? Se não, talvez seja o momento de você se livrar das suas preocupações; • Evite manter pensamentos do tipo tudo ou nada, como sucesso absoluto ou fracasso. Coloque a situação em perspectiva. Muitas vezes temos soluções alternativas que podem nos satisfazer, sem causar tanto sofrimento; • Se as preocupações estão presentes durante a noite e atrapalham o seu sono, isto é sinal de que chegou o momento de retirar este hospede indesejável da sua cama. Se preferir, você pode anotar todas as suas preocupações em um papel antes de dormir, as vezes são apenas tarefas que você precisa realizar no dia seguinte, mas para não se esquecer, se preocupa com elas. Então deixe um bloco de notas ao seu lado na cama, anote a preocupação e lembre-se que elas estarão ali no papel quando você acordar, de modo que não há necessidade de permanecerem em seu pensamento. • Procure fazer atividades prazerosas e relaxantes, isto alivia os pensamentos negativos e pode lhe auxiliar a lidar com suas preocupações, como passear no parque, observar a natureza, caminhar na areia da praia, ouvir uma música agradável e relaxante, entre outros; Contudo, se você já fez diversas tentativas de se livrar da preocupação, se você já buscou seguir estas orientações e não consegue se desvencilhar dela, ela continua presente na sua vida, causando sofrimento ou até lhe paralisando, talvez seja necessário procurar um especialista, um psicólogo pode lhe ajudar a compreender e lidar com elas. Por fim, não esqueça que o maior responsável por sua felicidade é você, então, se coloque em primeiro lugar e aproveite as boas oportunidades que a vida nos traz para viver e nos sentirmos realizados.

Ofereça modelos de comportamento socialmente habilidosos

Uma das formas pelas quais crianças e adolescentes aprendem a se comportar é por meio da modelação, ou imitação. Sendo assim, se quiser que seu filho emita respostas adequadas e tenha um vasto repertório de habilidades sociais, você deve oferecer modelos de comportamento adequados, buscando agir sempre do modo que espera e pede que seu filho aja. Se quiser que ele seja gentil, honesto e empático com as pessoas, você também deve emitir essas condutas em seus relacionamentos. Rafaela é coordenadora do curso de Especialização em Crianças e Adolescentes.

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Vínculo

Um dos aspectos extremamente importante para o desenvolvimento sócio-emocional da criança é o Vínculo Estável, principalmente nos primeiros anos de vida. Será esta experiência que possibilitará à criança aprender a confiar nas pessoas e de que o mundo é um lugar seguro. Os pais quando estiverem com o filho devem estar de fato presentes, desligue o celular, computador e pensamentos relacionados ao trabalho. Esteja com a criança, preste atenção ao que faz e fala, elogie e demonstre seu amor. E nunca fale que você deixará de amá-lo porque não gostou do que ele fez. Quando seu filho fizer algo que lhe incomoda, profundamente, fale que você não gostou do comportamento dele; a retirada de algum item ou da própria criança do ambiente é pelo comportamento dela. Viviane é professora do curso de Especialização em Atendimento a crianças e adolescentes http://goo.gl/zgtyKJ

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Mas como saber se o que eu tenho, sinto ou faço é um problema de saúde mental como o Transtorno Bipolar?

Uma das características é que as alterações do humor ocorrem por episódios, ou seja, por períodos, em que ora pode estar em mania ou hipomania, ora pode ir para o polo oposto, a depressão. O tempo em que cada pessoa permanece nestes episódios ou períodos é variável, indo de dias a meses, mas há um período mínimo para que se possa fazer o diagnóstico de transtorno bipolar, que poderá ser melhor investigado por um especialista.

Alguns dos sinais e sintomas da mania são: humor eufórico, exaltado e alegre; sentimento de grandiosidade, com grandes ideias e projetos, sentindo-se muito “poderoso”; diminuição da necessidade de sono, acordando muitas vezes no meio da noite ou até nem conseguindo dormir, mas com muita energia para fazer diversas atividades; aumento do desejo sexual com um consequente aumento da atividade sexual, seja com seu companheiro (a), ou mesmo em relacionamentos extraconjugais; nível de agitação motora aumentado, iniciando diversas atividades ao mesmo tempo, mas apresentando grande dificuldade em concluí-las; fala mais rápida, com pensamentos, muitas vezes, incoerentes e sem nexo, pois parece que a pessoa muda de um assunto para outro, sem concluir nenhum deles.

Para quem está em mania, em muitas ocasiões pode ser difícil a pessoa acreditar que possui algum problema, pois sente-se muito bem, feliz, com uma sensação de satisfação e bem-estar indescritíveis. Para ela, estar ativa, trabalhar, cantar, dançar e ser feliz, embora exageradamente para as outras pessoas, para ela a sensação não é de que há algo de errado. Por isto, torna-se importante a família ficar atenta e ajudar seu ente querido, pois uma das características dos episódios de mania é a ausência ou a diminuição da capacidade de crítica, de perceber seus comportamentos exagerados e de interrompê-los, o que pode causar prejuízos e magoar a si e a outras pessoas.

Alguns dos sinais e sintomas da depressão são: tristeza constante, persistente, sem necessariamente haver uma razão aparente; alteração no sono habitual, podendo em alguns casos dormir muitas horas a mais e, em outros, ter insônia ou dificuldade para iniciar o sono, ou acordar várias horas mais cedo, ou ainda acordar várias vezes durante a noite; alteração na forma de se alimentar habitual, comendo mais ou menos que o habitual e podendo levar a um aumento ou a uma diminuição do peso; diminuição do desejo sexual; sentimentos de culpa, fracasso e inutilidade, vê-se como um fracassado e que nada em sua vida dá certo; dificuldades de concentração, de memória e para tomar decisões; pensamentos de morte ou vontade de morrer, entre outros.

Por: Dra. Roseli Lage de Oliveira

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Colocar limites, regras claras e objetivas, sendo consistente na aplicação de consequências pré-combinadas, ajudam a controlar o comportamento da criança e a ensinar a relação entre deveres e direitos.

Limites e regras orientam e controlam o comportamento das crianças, até se tornarem autoregras. Além disso, favorecem um relacionamento adequado entre os membros da família e uma postura respeitosa quanto aos valores e hábitos instituídos pelos pais. Devem ser sempre enunciados de forma clara e objetiva, e podem ser expressos segundo a construção condicional “se…então…”, estabelecendo um comportamento e anunciando uma consequência, como no exemplo “se você guardar seus brinquedos, então poderá assistir a seu desenho favorito”. Desta forma, os pais também estarão ensinando a relação entre direitos e deveres: a criança deve primeiramente cumprir seu dever para, depois, ter acesso e direito a algo que lhe seja reforçador.Rafaela Gualdi é coordenadora e docente do curso de Especialização em Atendimento a Crianças e Adolescentes  http://goo.gl/zgtyKJ

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Seja coerente com seu parceiro ou parceira na forma de educar seu filho

É fundamental que os pais estejam alinhados nos valores e princípios que queiram ensinar aos seus filhos. Além disso, devem decidir juntos quais são os comportamentos que desejam que a criança aprenda, sendo coerentes na forma de ensiná-los e na maneira de aplicar as consequências pré-combinadas. Informações dúbias ou confusas podem gerar comportamentos instáveis nas crianças e nos adolescentes, além de provocarem o desgaste da figura de autoridade dos pais.
Marcela é professora do curso de Especialização em Atendimento a crianças e adolescentes no Conscientia.

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O papel da família, escola e psicoterapia é ensinar habilidades para a vida

Os problemas comportamentais e emocionais na infância e adolescência podem se apresentar de duas maneiras: os que se expressam em relação às outras pessoas (externalizantes), frequentes nos transtornos que envolvem agressividade física ou verbal, comportamentos opositores e desafiadores e anti-sociais; e os que se expressam em relação ao próprio indivíduo (internalizantes), frequentes nos transtornos como depressão, ansiedade e fobia social. Ambos estão relacionados ao déficit em habilidades sociais. As Habilidades Sociais abrangem cinco classes de comportamentos: cooperação, assertividade, responsabilidade, empatia e autocontrole.
O papel da família, escola e psicoterapia é ensinar esses comportamentos as crianças e adolescentes. Ensinar significa arranjar/planejar as contingências favoráveis para o desenvolvimento dessas habilidades.

Por: Viviane Duarte docente do curso de especialização em Atendimento a Crianças e Adolescentes.

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Ansiedade social na infância e estilos parentais

Ansiedade social caracteriza-se por uma intensa ansiedade em uma variedade de situações sociais, seja de contato interpessoal ou de desempenho, ou mesmo ambas, acarretando sofrimento excessivo ou interferindo de forma acentuada no dia-a-dia da pessoa. Existe o medo de ser avaliado e um sentimento de incapacidade, em se comportar de um modo humilhante ou embaraçoso e consequente desaprovação e rejeição por parte dos outros resultando em comportamento de fuga e/ou esquiva a um estímulo social percebido como aversivo. A ansiedade social é um transtorno de evolução crônica e os pacientes evitam ficar em destaque em qualquer situação, agem de acordo com regras muito rígidas de comportamento, procuram controlar a ansiedade antecipatória, apresentam medo do desconhecido e timidez. Tomadas em conjunto essas características, levam a uma má qualidade de vida, que também é impactada por uma incapacidade de definir metas claras e objetivas.

A literatura sugere um curso de desenvolvimento da ansiedade social que incorpora variáveis filogenéticas e ontogenéticas.

As variáveis estilos parentais, relações com colegas,  problemas de internalização, apego na díade criança- pais e ansiedade dos pais, estão realcionadas ao desenvolvimento do TAS. Ollendick & Benoit, 2012

Na história de vida podemos verificar algumas situações que possam vir a ser fatores que predispõem ao desenvolvimento da ansiedade social . Uma das possibilidades é de a ansiedade social se desenvolver como consequência de uma ou mais experiências de condicionamento traumático como no bulling, por exemplo.

A aprendizagem por modelação é outra possibilidade de aquisição de fobia  social. Os pais de pessoas com fobia social costumavam evitar situações sociais, o que os tornava modelo nestas situações. O encorajamento dos pais na sociabilidade dos filhos gera oportunidades para aquisição de habilidades sociais, expõe a criança a novas situações sociais, promovendo a extinção de medos sociais (Falcone, 2000).

A ansiedade social é caracterizada por uma ansiedade acentuada e persistente, Uma comparação direta entre ontogênese e filogênese da ansiedade social revela que a forma da resposta é caracterizada pelo viés da interpretação das situações   desencadeadas por estímulos específicos e presumivelmente baseadas em uma preparação biológica Mühlberger,  Wiedemann,  Herrmann & Pauli  2006

Estilos parentais

Os estilos de rejeição e de superproteção dos familiares são mais fortemente associados com a inibição social.  Crianças com elevada necessidade de aprovação percebem os pais como rejeitadores. Pais são percebidos como não disponíveis e não responsáveis, gerando sentimentos de insegurança. Tais sentimentos se generalizam para outros relacionamentos e podem produzir crença complementar de pouca auto-confiança e de incompetência. Jovens com pais superprotetores tem tendencia a apresentar sintomas de ansiedade social e pior rendimento academico Camacho e Matos, 2007.  A responsividade maternal à comunicação na infância durante os primeiros dois anos e meio estavam inversamente relacionadas a níveis de timidez. A personalidade materna caracterizada por nervosismo, disforia, irritabilidade e inibição foram correlacionadas a níveis de timidez em garotas de 4 a 18 meses por Engfer 1993 As mães de crianças tímidas são mais propensas do que as mães de crianças não tímidas a acreditar que: as habilidades sociais são melhor ensinadas de uma maneira diretiva (dizendo exatamente como agir) em vez de outra maneira (experiência pessoal)acreditavam mais fortemente que comportamentos inábeis deveriam ser respondidos de uma maneira diretiva ou corretiva eram também mais propensas a sentir raiva, desapontamento, culpa e embaraço pelos comportamentos inábeis de seus filhos eram mais propensas a atribuir esses comportamentos inábeis a traços de seus filhos do que a humor ou fatores relacionados à idade. Ansiedade social está associada com história de maus tratos tanto físico quanto sexual, mas também abuso emocional e negligência Iffland e colb. 2012. A socialização dos papéis sexuais também pode estar associada a ansiedade social. É mais apropriado para as garotas do que para os garotos ser visto como tímido. Os pais são mais propensos a advertir seus filhos do que suas filhas por comportamento tímido e inibido.

Treinamento de pais para expressar emoções tem efeito positivo na melhora da ansiedade social dos filhos.

 Relacionamento com os pares

Crianças e adolescentes tímidos parecem estar mais propensos a experimentar relações negativas com os seus colegas. A inibição e o retraimento da criança tímida é percebido como desviante do comportamento social apropriado à idade pelo grupo de colegas, sendo respondido com negligência, rejeição ou maltrato.   Crianças com ansiedade social eram percebidas pelos colegas como menos agradáveis e consequentemente menos desejadas no grupo social. Exibiam padrões de fala ansiosos, latências nas conversações, poucas vocalizações espontaneas, e respostas sociais de baixa eficácia Scharfstein & Beidel, 2014. Crianças fóbicas percebem o ambiente mais negativamente. Tem uma estimativa reduzida de sua própria competência de lidar com o perigo. Mostram padrões cognitivos impeditivos ao enfrentamento a situações ambíguas.     Ansiedade social com início precoce tem um risco maior de tornar-se crônica sem intervenção apropriada.

A identificação e o tratamento precoces da ansiedade social pode evitar repercussões negativas na vida da criança, tais como faltas constantes à escola e a consequente evasão escolar, ou mesmo a utilização demasiada de serviços de pediatria por queixas somáticas associadas à ansiedade.

REFERÊNCIAS

Camacho, I.; Matos,M.G. 2007, Práticas parentais educativas, fobia social e rendimento acadêmico em adolescentes. Revista Brasileira de Terapias Cognitivas, 3:2: versão on line

Engfer, A. (1993). Antecedents and consequences of shyness in boys and girls: A 6 year longitudinal study. In K. H. Rubin & J. Asendorpf (Eds.), Social withdrawal, inhibition, and shyness in childhood (pp. 49-80). Hillsdale, NJ: Lawrence Erlbaum Associates.

Falcone, E. M. O..(2000) Ansiedade social normal e ansiedade fóbica – limites e fundamentos etológicos. Revista de Psiquiatria Clínica, 27: 301-308..

Iffland,B, ;Sansen,L.; Catani,C.; Neuner,F.  (2012) Emotional but not physical maltreatment is independently related to psychopathology in subjects with various degrees of social naxiety: a web-based internet survey. BMC Psychiatry: 12: (49): 35-42.

Scharfstein, L.A.; & Beidel. D.C. (2014) Social Skills and Social Acceptance in Children with Anxiety Disorders. Journal of Clinical Child & Adolescent Psychology: 44(5): 826-838.

Mühlberger AWiedemann GHerrmann MJ,  (2006) Pauli P. Phylo- and ontogenetic fears and the expectation of danger: differences between spider- and flight-phobic subjects in cognitive and physiological responses to disorder-specific stimuli. J Abnorm Psychol. 115(3):580-9.

Ollendick, T.H.: Bernoit, K. E. (2012). A parent-child international model of social anxitey desordem in youth. Cila. Child. Faz. Psychol Ver: 15(1): 81-91.

Por: Mariangela Gentil Savoia

Este é um conteúdo que será apresentado em nosso curso de Especialização em crianças e adolescentes na TCC com início em 17/03/2017. Para maiores informações acesse nosso site: http://www.conscientia.com.br

Como eu sei se o que eu tenho é o Transtorno Bipolar?

Para saber exatamente o que está acontecendo com você e se é o Transtorno Bipolar, faz-se necessário a consulta com um especialista, mais especificamente, um médico Psiquiatra. Este é o profissional mais indicado para avaliar corretamente o que está ocorrendo com recomendar o melhor tratamento para reduzir seu sofrimento, diminuindo os prejuízos que este problema acarreta.

Entretanto, como dissemos antes, o Transtorno Bipolar é caracterizado pela presença de mudanças extremas e patológicas do humor, que variam entre dois polos, indo da tristeza profunda e persistente (depressão) até a euforia e sentimento de grandiosidade (Mania).

Por Dra. Roseli Lage de Oliveira

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Se alguém da minha família tem o Transtorno Bipolar, eu também terei?

Não necessariamente. O fato de um familiar ter o Transtorno Bipolar não é uma sentença imediata e certa que você também o terá. Apenas há uma maior probabilidade de que você venha a ter. Mas como em diversos outros problemas de saúde, o Transtorno Bipolar é multifatorial, o que indica que há diversos fatores inter-relacionados que contribuem para o desenvolvimento desta síndrome, entre eles: história familiar, presença de diversos eventos estressores, dificuldade para enfrentar ou superar eventos estressores, estilo de vida pouco saudável ou instável, como passar as noites em claro, fazer uso excessivo de álcool ou outras drogas, abusar de cafeína ou outras substâncias estimulantes, entre outros.

Por Dra. Roseli Lage de Oliveira

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